dobro os joelhos
quando você, me pega
me amassa, me quebra
me usa demais...
perco as rédeas
quando você
demora, devora, implora
e sempre por mais...
eu sou navalha
cortando na carne
eu sou a boca
que a língua invade
sou o desejo
maldito e bendito
profano e covarde...
desfaça assim de mim
que eu gosto e desgosto
me dobro, nem lhe cobro
rapaz!
ordene, não peça
muito me interessa
a sua potência
seu calibre, seu gás...
sou o encaixe
o lacre violado
e tantas pernas
por todos os lados
eu sou o preço
cobrado e bem pago
eu sou
um pecado capital...
eu quero é derrapar
nas curvas do seu corpo
surpreender seus movimentos
virar o jogo
quero beber, o que dele
escorre pela pele
e nunca mais esfriar
minha febre...
eu quero é derrapar
nas curvas do seu corpo
surpreender seus movimentos
virar o jogo
eu quero é beber, o que dele
escorre pela pele
e nunca mais esfriar
minha febre...
desfaça assim de mim
que eu gosto e desgosto
me dobro, nem lhe cobro
rapaz!
ordene, não peça
muito me interessa
a sua potência
seu calibre, seu gás...
sou um encaixe
o lacre violado
e tantas pernas
por todos os lados
eu sou o preço
cobrado e bem pago
eu sou
um pecado capital...
eu quero é derrapar
nas curvas do seu corpo
surpreender seus movimentos
virar o jogo
quero beber, o que dele
escorre pela pele
e nunca mais esfriar
minha febre...
eu quero é derrapar
nas curvas do seu corpo
surpreender seus movimentos
virar o jogo
eu quero é beber, o que dele
escorre pela pele
e nunca mais esfriar
nunca mais esfriar
nunca mais esfriar
minha febre...