se a cruz dos teus olhos
fitava a espada que havia nos meus
derramando palavras
tolices sagradas de um anjo ateu
eu caminhava colhendo delírios
e derrotas régias em seu quintal
andando em seus trilhos
comendo sucrilios com cara de mau
se a luz de seus olhos
vagava no escuro que havia nos meus
derramando perguntas
babando silêncios
parindo um adeus (um adeus)
eu nem ligava
guardava os mistérios
e brinquedo velho em seu porão
deixava meu mundo
e me escondia no fundo do seu coração
eu nem ligava
guardava os mistérios
e brinquedo velho em seu porão
deixava o meu mundo
e me escondia no fundo do seu coração...
se a cruz dos teus olhos
fitava a espada que havia nos meus
derramando palavras
tolices sagradas de um anjo ateu
eu caminhava colhendo delírios
e derrotas régias em seu quintal
andando em seus trilhos
comendo sucrilios com cara de mau
eu nem ligava
guardava os mistérios
e brinquedo velho em seu porão
deixava meu mundo
e me escondia no fundo do seu coração
se a cruz dos teus olhos
fitava a espada q havias nos meus...