um sopro guardado na palma da mão
É tudo que levo de recordação
do tempo que tinha a doce ilusão
de ter você menina
as horas se passam na beira do rio
e quanto mais tade, mais forte é o frio
o vento de longe traz um assobio
É pra você, menina!
É pra você, menina!
oh! sapo cururu
onde estara você?
me deixou aqui
e eu me perdi
guardei o sabor dessa dor que senti
e quando a lua nasceu, percebi
perdi muito tempo chorando aos céus
pra ter você menina
o vento jogou uma folha no chão
a folha então deslizou pelo rio
um caminho pra se abriu
e pra você menina!
e pra você menina!