Letra de

Ilex Paraguariensis

Armandinho

Hoje eu acordei mais cedo, tomei sozinho o chimarrão
Procurei a noite na memória, procurei em vão
Hoje eu acordei mais leve, nem li o jornal
Tudo deve estar suspenso, nada deve pesar

Ainda era noite, esperei o dia amanhecer
Como quem aquece a agua, sem deixar ferver
Hoje eu acordei agora eu sei, viver no escuro
Até que a chama se acenda, verde quente erva vento dentro entranhas
MAte amargo noite adentro, estrada estranha

O melhor esconderijo a maior escuridao
Já nao servem de abrigo, já nao dá proteção
Olofotes ilumiam a libido e o birus
o poder, o pudor, os labios e o batom

Que a chuva caia como uma luva, um dilúvio, um delírio
Que a chuva traga, alívio imediato
Que a noite caia derepente caia, tão demente quanto um raio
Que a noite traga, alívio imediato

Uhhhh uhhh

Ilex Paraguariensis
Ilex Paraguariensis
Ilex Paraguariensis
Relax agora paciência.

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